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segunda-feira, 27 de setembro de 2010


Dan: Everybody wants to be happy.

"Todo mundo quer ser feliz."


Larry: Depressives don't. They want to be unhappy to confirm they're depressed. If they were happy they couldn't be depressed anymore. They'd have to go out into the world and live. Which can be depressing.

"Os depressivos não. Eles querem ser infelizes para confirmar que eles são depressivos. Se eles forem felizes não poderão mais ser depressivos. Eles teriam que sair pelo mundo e viver. O que pode ser deprimente."

quinta-feira, 29 de julho de 2010


“Se você quer que as pessoas o ouçam, não se pode mais apenas dar-lhes um tapinha nas costas. É preciso acertá-las com uma marreta.”

John Doe, personagem de Kevin Spacey em Seven – Os Sete Crimes Capitais.

terça-feira, 13 de abril de 2010


"Clementina: - Joel?
Joel: - Sim, Tangerina?
Clementina: - Eu sou feia? Quando criança eu me achava feia... Não acredito que estou chorando... Às vezes acho que as pessoas não entendem a solidão de ser criança, como se você não fosse importante. Eu tinha oito anos e tinha esses brinquedos, essas bonecas... (vemos cenas da infância e algumas bonecas). A minha preferida eu chamava de Clementine, e eu gritava com ela: “Não pode ser feia, seja bonita!”. Estranho como se, caso eu pudesse transformá-la, eu também mudaria, magicamente.
Joel: - Você é linda! (ele se deita encima dela e beija seu rosto)
Clementina: - Joel, nunca me deixe.
Joel: - Você é linda! (Vemos a imagem sumir com Joel se agarrando na colcha enquanto é arrastado desta lembrança). Ele grita:
- Mierzwiak, por favor, por favor, deixe-me guardar esta lembrança. Só esta! (enquanto a música do Beck toca ao fundo totalmente distorcida)."


Joel e Clementina in - Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

quarta-feira, 7 de abril de 2010



"Don't stop loving me. I can see it draining out of you. It's me, remember? It was a stupid thing to do and it meant nothing. If you love me enough, you'll forgive me. "

(Não pare de me amar. Eu posso ver isso drenando fora de você. Sou eu, lembra? Foi uma coisa estúpida para se fazer, não significou nada. Se você me ama o bastante, você irá me perdoar.)

Anna in - Closer- Perto demais

"19 de Novembro de 2003
Jantar denovo no Kang's

Joel- Seremos como esses casais que sentimos pena nos restaurantes ?
Somos os mortos que Jantam ?
Não suporto a ideia de pensarem isso de nós."

Diálogo de Joel e Clementine no Kang's

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010




"Escolha a vida. Escolha um emprego. Escolha uma carreira. Escolha uma família. Escolha uma televisão enorme, escolha máquinas de lavar, carros, compact disc players e abridores de latas elétricos. Escolha boa saúde, colesterol baixo e plano dentário. Escolha reembolsos de hipoteca fixa de juros. Escolha a primeira residência. Escolha seus amigos. Escolha roupas esporte e malas combinando. Escolha um terno na compra de veículos em uma variedade de tecidos. Escolha DIY e imagine saber quem diabos você é na manhã de domingo. Escolha, sentar no sofá, assistir a paralisantes mentais e esmagadores de espíritos game shows, entupindo com a porra de junk food a sua boca. Escolha apodrecer no final de tudo isso, mijando no seu passado em uma casa miserável, nada mais do que uma vergonha para os fedelhos fodidos e egoístas que gerou para te substituir. Escolha o seu futuro. Escolha a vida ... Mas por que eu quero fazer uma coisa dessas? Eu escolhi não escolher a vida. Eu escolhi algo mais. E as razões? Não há razões. Quem precisa de razões quando se tem heroína?" (Mark "Rent boy" Renton - Ewan McGregor in - Trainportting - sem limites)


ps. Filme para repensar sobre algumas coisas, mas muuuuito bom.
O PIANO

sinopse: Na época vitoriana, quando a Nova Zelândia estava há pouco tempo sendo colonizada, para lá se muda Ada McGrath (Holly Hunter), um mulher que quando tinha seis anos de idade resolveu parar de falar. Ela vai na companhia de sua filha, Flora (Anna Paquin). O motivo de ter ido para lá é que Ada se casou com Stewart (Sam Neill) em um casamento arranjado, já que ela nem conhecia seu noivo. Ada imediatamente antipatiza com Stewart quando ele se recusa a transportar seu amado piano. Stewart negocia o instrumento e o passa para George Baines (Harvey Keitel), um administrador da região. Atraído por Ada, Baines concorda em devolver o piano em troca de algumas lições no instrumento, que Ada daria para ele. Mas estas "aulas" se tornam encontros sexuais cada vez mais intensos, onde Baines pagava Ada com uma ou mais teclas do piano, sendo que o pagamento estava relacionado à intensidade de intimidade proporcionada. Porém, logo esta situação sai do controle, gerando trágicas conseqüências.


Crítica por Lucivaldo Feitosa: Holly Hunter consegue a melhor interpretação já concebida para o cinema. "O Piano" é um filme de atriz e HH brinda-nos com uma interpretação dilacerante, com gestos comedidos e um olhar fulminante ela consegue a proeza de passar toda a fúria e desejo da personagem. Já no começo do filme, quando HH olha para o piano na praia, percebemos toda a sensação de esvaziamento de Ada. A cena do "machado" é de um vigor trágico perturbador. Análises mais profundas permite-nos ver nesse filme não apenas o mudismo físico, que certamente não é o pior, mas sim o grito surdo de alguém que não consegue ser ouvido, tendo seus desejos conseqüentemente amputados. As cenas de sexo foram filmadas com densidade e sensibilidade exigidas. Destaque para a bela fotografia, o figurino e para Anna Paquin, que na minha opinião mereceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante, pois fez um perfeito contraponto à interpretação de HH."

ps. assisti esse filme por volta dos 13 anos, nunca me esqueci dele, marcou minha vida o olhar de ADA.




"Às vezes, quando somos dominados pelo medo e desespero, rotina e estabilidade, desesperança e tragédia, agradecemos à Deus pelos cookies de açúcar bávaro. E felizmente, quando não há cookies, podemos encontrar conforto em uma mão amiga na nossa pele, ou um gesto de carinho e amor, em um incentivo sutil, em um abraço carinhoso ou uma demonstração de solidariedade. Sem falar nas macas de hospitais, protetores nasais, folheados não vendidos, segredos sussurrados, uma guitarra Fender e, talvez, numa esporádica leitura de ficção. Precisamos lembrar que essas coisas, as nuances, as anomalias, as sutilezas que julgamos ter papel acessório no nosso dia-a-dia existem, na verdade, por uma causa mais ampla e nobre: para salvar nossas vidas. Eu sei que isso parece estranho, mas também sei que isso revela uma verdade."

Texto retirado do filme - Mais estranho que a ficção

ps. assistam o filme, não vão se arrepender

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010


"Alice - eu não te amo mais
Dan - desde quando?
Alice - agora; e claro eu teria te amado pra sempre!"


Diálogo do filme Closer- Perto demais entre Dan e Alice, antes dela abandona-lo

"Alice (Jane):

- show me!
- where is this love?
- i cant see it.
- i cant touch it.
- i can fell it.

- i can hear some words but i cant do
anything with your easy words.
-whatever you say, its too late.

(-me mostra!! onde está esse amor?? não posso vê-lo, não posso tocá-lo, não posso SENTÍ-LO!! posso ouvir algumas palavras, mas não posso fazer nada com suas palavras fáceis!! não importa o que você diga, é tarde demais!)

Dan: Eu odeio te machucar!
Alice: Então porque você me magoa?"

Diálogo entre Alice e Dan no filme Closer - Perto demais

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


"Clementine: - Muitos caras acham que eu sou um conceito e que eu os completo ou vou dar vida a eles. Mas eu sou só uma garota ferrada procurando pela minha paz de espiríto. Não me encarregue da sua!

Joel: - E eu ainda achava que vc ia salvar a minha vida, mesmo depois daquilo.


Clementine: - Eu sei.
"

[do filme - Brilho Eterno de uma mente sem lembranças- 2004]

“ — Essa garota do vaso de água... acho que está distraída porque está pensando em alguém.
— Referes-te a alguém do quadro?
— Não, quem sabe alguém com quem ela cruzou e lhe deu a impressão de que os dois se pareciam.
— Ah, ou será que ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente ao invés de ter uma com os que estão a seu lado.
— Não sei... Quem sabe seja o contrário e ela se decida por arrumar a vida dos outros.
— E a dela? De todos as bagunças de sua vida, quem ajudará?
— Em minha opinião é melhor dedicar-se aos outros que a um gnomo de jardim.”

Do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010




Conta Comigo (1986)

Esse é um dos clássicos da sessão da tarde,se passa em 1959 e é um clássico da minha geração.
Baseada em um conto de Stephen King (The BodY), sendo inclusive uma de suas obras mais pessoais: tudo deixa bem claro uma fase de sua vida; seu irmão morto em um acidente de carro, o fato do protagonista ser um escritor famoso quando velho e diversas outras metalinguagens pessoais. No filme quatro garotos resolvem fazer uma viagem de alguns quilômetros de onde moram ao saber do paradeiro de um jovem cadáver desaparecido, esperando com isso serem considerados heróis na sua pequena cidade e conseguir um espaço nos noticiários.
Mas na verdade a viagem dos meninos é um aprendizado, com o decorrer dos acontecimentos questionamos vários pontos das nossas vidas. Dando um exemplo temos a cena em que Gordie (Wil Wheaton) e Chris (River Phoenix) estão conversando sobre o seus futuros e como os pais de Gordie não dão valor à isso, para crianças que assitiram essa cena, era uma bela lição sobre o futuro; e para os pais um bom soco na consciência para passar a olhar melhor para os seus pequenos.
Tá ai, assistam o filme que eu não vou contar mais, só quis relembrar.

Direção: Rob Reiner
Roteiro: Stephen King, Raynold Gideon, Bruce A. Evans
Gênero: Aventura/Drama

Duração:
89 minutos